{"id":111,"date":"2016-06-28T03:42:27","date_gmt":"2016-06-28T03:42:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/?p=114"},"modified":"2016-06-28T15:08:55","modified_gmt":"2016-06-28T15:08:55","slug":"vida-os-eus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/2016\/06\/sociedade\/111\/vida-os-eus\/","title":{"rendered":"a Vida e os Eu&#8217;s"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo destes \u00faltimos tempos temos assistidos ao fen\u00f3meno da bipolariza\u00e7\u00e3o da sociedade ocidental, <!--more-->da qual dizemos que fazemos parte, mas ser\u00e1 democr\u00e1tico dizer em viva voz que todos queremos ser parte integrante desta sociedade que se diz desenvolvida? Seremos uma sociedade t\u00e3o desenvolvida, que at\u00e9 permitimos o abandono e mau tratamento dos nossos idosos em pra\u00e7a p\u00fablica? Seremos essa tal sociedade t\u00e3o desenvolvida que \u00e9 conivente com os casos de viol\u00eancia numa via publica, seja ela sobre elementos femininos, ou contra a envergonhada na forma masculina? \u00c9 esta a sociedade desenvolvida que permite a viol\u00eancia f\u00edsica ou psicol\u00f3gica a quando, ainda, do namoro, que gera\u00e7\u00e3o \u00e9 esta que se diz desenvolvida? Seremos n\u00f3s, sociedade desenvolvida, sens\u00edvel com \u00e1s meias-duzias de mortes que surgem nos atentados, mas n\u00e3o somos t\u00e3o sens\u00edveis com as centenas ou milhares de pessoas que morrem todos os dias fruto de ataques e <em>rides<\/em> a\u00e9reos, em pa\u00edses como o Afeganist\u00e3o, S\u00edria ou outro qualquer pa\u00eds do M\u00e9dio Oriente? Qual o valor de uma Vida Humana na Europa em rela\u00e7\u00e3o a uma qualquer outra Vida Humana num outro pa\u00eds, noutra qualquer parte do mundo, deste que \u00e9 o \u00fanico planeta em que conseguimos habitar em todo o universo?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por vezes dou por mim a pensar, principalmente quando estou sentado numa qualquer esplanada, ou num banco de jardim ou noutro qualquer s\u00edtio, seja aqui ou noutra qualquer parte, o porqu\u00ea de as pessoas comentarem a Vida que lhes \u00e9 alheia, a Vida que n\u00e3o lhes diz respeito, assuntos que nem de perto, nem de longe, se encontram sobre a sua al\u00e7ada, ou ao seu alcance, quando elas pr\u00f3prias n\u00e3o reflectem, muitas das vezes, sobres os grandes problemas que t\u00eam dentro das suas portas e que mais graves s\u00e3o, na compara\u00e7\u00e3o com por exemplo um beijo de um casal em p\u00fablico. Certo \u00e9 que, estes actos acontecem todos os dias e em qualquer hora. Outro dos reflexos que espelham o meu pr\u00f3prio pensamento \u00e9 o porqu\u00ea de muitas vezes as pessoas n\u00e3o olharem ao seu redor e percepcionarem que existe algo em seu redor, para al\u00e9m do eixo que gira sobre eles pr\u00f3prios, e poder\u00e1 ser este um dos principais factores que contribui para a sociedade moderna em que vivemos. Demasiados &#8220;eus&#8221; e escassos &#8220;n\u00f3s&#8221; ou &#8220;eles&#8221;, em s\u00famula, a Sociedade deixou de saber o que \u00e9 o altru\u00edsmo, por outro, passou a palavra a ser isso mesmo, uma simples e mera palavra, que muitas vezes at\u00e9 \u00e9 complexa de ser pronunciada nas vozes que se dizem, ser do povo. E pelo simples facto de as pessoas hoje se importarem tanto com os outros, num sentido t\u00e3o particular e peculiar, \u00e9 que vivemos na situa\u00e7\u00e3o em que vivemos, num olhar distinto em que Todos somos vistos como um simples e mero n\u00famero, onde h\u00e1 setenta anos Hitler pusera em pr\u00e1tica a identifica\u00e7\u00e3o dos indevidos atrav\u00e9s de uma tatuagem permanente no bra\u00e7o, hoje, na diferencia\u00e7\u00e3o moderna, temos a obriga\u00e7\u00e3o de andar com um cart\u00e3o de pl\u00e1stico no bolso, porque para o Estado somos isso mesmo o cidad\u00e3o com o n\u00famero de identifica\u00e7\u00e3o civil n\u00famero XXXXX e portador do n\u00famero de seguran\u00e7a social YYYYY e portador do n\u00famero de contribuinte (este o mais importante na vis\u00e3o dos agentes do Estado) ZZZZZ, entre outros n\u00fameros que temos que saber de cor, numa sociedade que olha para o outro de lado e n\u00e3o pela frente, numa sociedade que olha para o outro n\u00e3o num sentimento de entre ajuda, mas sim com um olhar de superioridade e n\u00e3o de igualdade, talvez seja por esta hora, altura de repensarmos aquilo que queremos que seja esta fria sociedade, e olhar para a frente e pensar que futuro queremos para n\u00f3s e para os que a seguir a n\u00f3s advir\u00e3o por este que \u00e9 um caminho que est\u00e1 por ser trilhado, numa aventura que se descobre que caminha a par e passo entre a f\u00e9 e a ci\u00eancia, pois ambas n\u00e3o conseguem caminhar sozinhas. Tal como o afirmara no primeiro paragrafo deste pequeno texto indague-se mais uma vez qual o verdadeiro valor de uma Vida Humana, ter\u00e3o todas elas o mesmo valor, ou a Vida de um cidad\u00e3o Americano vale mais do que a de um qualquer cidad\u00e3o de um qualquer pa\u00eds europeu, ou melhor comparando, a Vida de um ser humano que nasceu do lado norte da fronteira vale mais do que a Vida de um cidad\u00e3o que nasceu do lado Sul da fronteira (do lado dos Estados Unidos Mexicanos), ou ainda por outra parte a Vida de um Europeu vale mais que uma Vida Humana nascida em \u00c1frica ou no M\u00e9dio Oriente? Tantas respostas para uma resposta politicamente correcta:<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">&#8220;Todas as Vidas Humanas t\u00eam o mesmo valor, seja ela em que parte for deste Planeta.&#8221;<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">afirmam tantas vezes as vozes dos pol\u00edticos e diplomatas na Assembleia das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mas ser\u00e1 isto assim t\u00e3o verdade, quanto a verdade que se diz ser verdade? Se esta afirma\u00e7\u00e3o deixa-se de ser politicamente correcta e passasse a ser pr\u00e1tica corrente, viveria-mos naquilo a que chamaria ser as condi\u00e7\u00f5es id\u00edlicas, mas como n\u00e3o vivemos em condi\u00e7\u00f5es ut\u00f3picas mas sim em condi\u00e7\u00f5es com as quais compactuamos, o perfeito para n\u00f3s, ocidentais desenvolvidos, n\u00e3o \u00e9 a mesma concep\u00e7\u00e3o para os povos que se encontram em desenvolvimento, e onde nesses s\u00edtios o t\u00e3o pouco consegue fazer com que sejam t\u00e3o felizes, aquelas pequenas coisas que n\u00f3s, j\u00e1 n\u00e3o damos import\u00e2ncia pela insignific\u00e2ncia que representam e que para eles tanto vale. Mas calma ser\u00e3o eles que t\u00eam uma vis\u00e3o redutora, ou seremos n\u00f3s que j\u00e1 n\u00e3o conseguimos ter um sentimento de prazer pelas pequenas coisas que por vezes nos fazem t\u00e3o felizes?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje em dia as not\u00edcias s\u00e3o geradores de conhecimento de ci\u00eancia, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 a ci\u00eancia que forma as pessoas, s\u00e3o as grandes empresas de comunica\u00e7\u00e3o social que formatam os sentidos de voto das pessoas, s\u00e3o os grandes grupos econ\u00f3micos que controlam esses mesmos meios, sem o capitalismos inserido nesses meios, a sua subsist\u00eancia monet\u00e1ria \u00e9 fal\u00edvel em todos os aspectos, assim \u00e9 do interesse daqueles que s\u00e3o accionistas encaminhar e formatar as massas cinzentas das pessoas, que parecem sofrer de dem\u00eancia por j\u00e1, muitas vezes, n\u00e3o conseguirem raciocinar por elas pr\u00f3prias, as inten\u00e7\u00f5es de voto s\u00e3o fal\u00edveis; Hoje quem conquista a comunica\u00e7\u00e3o social conquista o povo, parece que a politica nos actuais dias vive dos famosos coment\u00e1rios pol\u00edticos num qualquer dia da semana , onde dizer bem do trabalho de quem est\u00e1 aos comandos do pa\u00eds, parece ser proibido, n\u00e3o falo dos governos de esquerda ou de direita, falo do Governo cujo o principio devia ser zelar pelos melhores interesses para com a na\u00e7\u00e3o portuguesa, zelar pelo melhor interesse dos vinte e tr\u00eas milh\u00f5es de portugueses, daqueles que se encontram dentro das fronteiras e daqueles que embora fora tamb\u00e9m fazem partes deste povo que consegue ter s\u00f3 para si o sentimento melanc\u00f3lico da Saudade. Mas uma vez que toquei no sens\u00edvel ponto da Pol\u00edtica, referenciar que talvez n\u00e3o saibamos viver numa verdadeira democracia, ora veja-se o exemplo, nos \u00faltimos meses aprendemos diversas coisas sobre a democracia, sobre o facto de ir-mos \u00e0s urnas e n\u00e3o ser espelhar aquilo que foi o veredicto do povo e n\u00e3o falo s\u00f3 do caso portugu\u00eas, falos dos diversos casos que se t\u00eam visto por esta Europa fora, Portugal, Espanha e mais recentemente o Reino Unido, a final o povo n\u00e3o \u00e9 ele pr\u00f3prio capaz de aceitar as decis\u00f5es que a maioria toma, pois caso ven\u00e7a uma parte a outra contrariar\u00e1 e arranjar\u00e1 forma de levar a melhor avante, nem que seja arranjando outras formas de ganhar a maioria, por exemplo deixar de ser uma maioria simples a ganhar, para ser uma maioria qualificada, por dois ter\u00e7os por exemplo, a ganhar, para se sagrar vitoriosa, apenas e s\u00f3 uma parte. Coloca-se em causa, a final o pr\u00f3prio povo n\u00e3o gostas das decis\u00f5es que a maioria toma? Se calhar o melhor mesmo \u00e9 viver naqueles tempos em que apenas um simples homem tinha o poder concentrado nele pr\u00f3prio? Sinto-me confuso e j\u00e1 n\u00e3o sei o que pensar sobre esta falaciosa democracia em que vivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com tudo isto, muitas vezes penso no porqu\u00ea de na generalidade as pessoas n\u00e3o gostarem de ver as outras felizes, no porqu\u00ea de as pessoas acharem que t\u00eam a capacidade de julgar, e de por isso terem o poder de decidir se aceitam ou n\u00e3o os outros tais como eles pr\u00f3prios o s\u00e3o e assim nasceram respectivamente. Ter\u00e1 algu\u00e9m o poder dizer que aceita ou n\u00e3o aceita o outro? Cada um \u00e9 como cada qual e as pessoas n\u00e3o t\u00eam que formar um julgamento <em>mutatis mutandis <\/em>sobre tudo, e ao mesmo tempo sobre nada; as pessoas poder\u00e3o concordar ou discordar com as ac\u00e7\u00f5es dos outros, mas j\u00e1 mais poder\u00e3o julgar sobre aquilo que o outro \u00e9, da maneira diferencia como pensa, da maneira diferenciada como se veste, da maneira diferenciada como se relaciona com os seus pares, com tanto grave problema que existe na sociedade as pessoas t\u00eam mesmo que se debru\u00e7ar sobre problemas que apenas dizem respeito \u00e0 Vida intima das pessoas, ou melhor ter\u00e1 o Estado, ou os seu \u00f3rg\u00e3os de decis\u00e3o, capacidade e raz\u00e3o e necessidade para se imiscuir em coisas da Vida privada que aos pares diz apenas respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No meio de tanta discuss\u00e3o f\u00fatil e in\u00fatil perdem-se coisas que deviam ser, sim, resolvidas como por exemplo o caso da discrimina\u00e7\u00e3o nas escolas portuguesas, a adop\u00e7\u00e3o de medidas preventivas e punitivas para os mais diversos casos de <em>bulling<\/em> nas escolas portuguesas, n\u00e3o dever\u00edamos ensinar os nossos jovens a respeitarem-se mutuamente para um dia n\u00e3o haver revoltados, com a pr\u00e1tica de crimes e os agressores por serem menores saem impunes aos seus crimes, porque as consequ\u00eancias desta pr\u00e1tica de crimes nas escolas portuguesas e n\u00e3o s\u00f3 trazem consequ\u00eancias n\u00e3o s\u00f3 na altura, mas sim para o resto da Vida, ser\u00e1 assim t\u00e3o dif\u00edcil de perceber que o sofrimento no sil\u00eancio das v\u00edtimas acaba por ter consequ\u00eancias que nem n\u00f3s pr\u00f3prios sabemos o que podem trazer e quais as implica\u00e7\u00f5es que podem ter no futuro. A resposta a isto \u00e9 simples, de cada vez que todas estas hist\u00f3rias terminam em suic\u00eddio, as pessoas lembram-se que algo deve ser feito, mas passados poucos dias depois das cerim\u00f3nias f\u00fanebres j\u00e1 tudo passou e o problema deixa de existir, \u00e9 t\u00e3o simples, \u00e9 esta a f\u00fatil e hip\u00f3crita sociedade em que vivemos todos os dias, \u00e9 esta mesma sociedade que enquanto vivos tem vergonha de condecorar e galardoar os feitos dos indiv\u00edduos mas, <em>post mortem <\/em>j\u00e1 todos s\u00e3o bons e her\u00f3is para p\u00e1tria e para a <em>civitas<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para terminar este meu texto, gostaria apenas de dizer que talvez um dia aprenda a viver neste mundo id\u00edlico, onde nas afli\u00e7\u00f5es Deus \u00e9 o centro do universo, mas no sucesso deus j\u00e1 n\u00e3o existe nem nada representa, gostaria tamb\u00e9m de dizer que um dia gostava que as v\u00edtimas dos crimes n\u00e3o fossem as culpadas e os culpados as v\u00edtimas e os beneficiados deste sistema que se diz justo e igualit\u00e1rio para com todos os que nele vivem, gostaria tamb\u00e9m neste cantinho aqui h\u00e1 beira mar plantado dizer que aqui sou feliz, sem ter que ser olhado de lado ou comentado pela maneira diferente de pensar ou agir. Como tantas vezes o disse n\u00e3o me importam as estat\u00edsticas de quantas pessoas ir\u00e3o ler este texto, nem de quantas o come\u00e7ar\u00e3o a ler e o ir\u00e3o terminar, importa-me sim que este simples texto escrito por um &#8220;<em>z\u00e9 ningu\u00e9m<\/em>&#8221; forme uma consci\u00eancia que possa mudar a forma de pensar para melhor, nem que seja apenas de uma simples pessoa. A mim n\u00e3o me importa o magno, a mim importam-me sim, como sempre me o importaram, os pequenos, mas intensos momentos, e isto agrade\u00e7o as pessoas que assim o mostraram o quanto os pequenos momentos valem e ficam para a hist\u00f3ria.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">E tu at\u00e9 onde est\u00e1s disposto ir? At\u00e9 onde est\u00e1s disposto para mudar a Hist\u00f3ria, Tua e desta Sociedade em que vivemos?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entretando deixo aqui uma pequena m\u00fasica, que foi o pano de fundo do programa emitido pela SIC &#8211; &#8220;E se fosse consigo?&#8221;, o qual recomendo a darem uma vista de olhos e a pensarem sobre as reac\u00e7\u00f5es que s\u00e3o vis\u00edveis no curso dos diversos epis\u00f3dios do programa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/TdqyYqCl1Jk\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h6><span style=\"font-family: terminal,monaco,monospace; font-size: 8pt;\">Actualiza\u00e7\u00e3o: O presente texto foi alvo de correc\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1ficas \u00e0s 16:08 UTC do dia 28 de Junho. Lamentamos todos os transtornos causados.<\/span><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">Ao longo destes \u00faltimos tempos temos assistidos ao fen\u00f3meno da bipolariza\u00e7\u00e3o da sociedade ocidental, <a href=\"https:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/2016\/06\/sociedade\/111\/vida-os-eus\/\">Read more &rarr;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_newsletter_tier_id":0,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false,"jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[6],"tags":[],"jetpack_publicize_connections":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v21.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>a Vida e os Eu&#039;s - Palavra por Palavras<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/2016\/06\/sociedade\/111\/vida-os-eus\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"a Vida e os Eu&#039;s\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ao longo destes \u00faltimos tempos temos assistidos ao fen\u00f3meno da bipolariza\u00e7\u00e3o da sociedade ocidental, ... 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