{"id":49,"date":"2015-06-04T04:52:48","date_gmt":"2015-06-04T04:52:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.words.vasnfer.com\/?p=49"},"modified":"2016-05-27T17:28:20","modified_gmt":"2016-05-27T17:28:20","slug":"os-julgamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/2015\/06\/sociedade\/49\/os-julgamentos\/","title":{"rendered":"Os Julgamentos &#8230;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Fa\u00e7amos hoje a seguinte interroga\u00e7\u00e3o, <strong>de que maneira influenciam os nossos preceitos e conceitos o modo como viv\u00eancia-mos a experi\u00eancia com a sociedade que nos rodeia ?<\/strong> Ser\u00e1 esta considerada uma pergunta descabida para a maior parte das pessoas, fa\u00e7o eu a interroga\u00e7\u00e3o ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a evolu\u00e7\u00e3o do mundo moderno e o acesso \u00e0 extrema massifica\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o come\u00e7amos na minha opini\u00e3o a bipolarizar a sociedade, vemos o que queremos ver, comentamos o que \u00e9 favor\u00e1vel \u00e0 opini\u00e3o dos outros e n\u00e3o da nossa pr\u00f3pria identidade, fazemos e constru\u00ed-mos a imagem \u00e0 semelhan\u00e7a de um outro algu\u00e9m e n\u00e3o de n\u00f3s pr\u00f3prios, em s\u00famula as pessoas deixaram de pensar por elas pr\u00f3prias, parece estranho estar a dizer isto, mas n\u00e3o ser\u00e1 isto a mais simples e pura realidade que vivemos nos dias de hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estamos t\u00e3o focados em ser outros que esquecemos como somos n\u00f3s pr\u00f3prios, a cada dia que passa cada vez mais sinto que vivo numa rica e prazerosa na\u00e7\u00e3o, mas por analogia a sociedade que habita nela cada vez est\u00e1 mais pobre no seu cumulo da identidade e de esp\u00edrito, e aqui n\u00e3o falo em factor religi\u00e3o falo no sector humano, ser\u00e1 que esta comunidade est\u00e1 tendencialmente a evoluir ou a regredir, onde est\u00e1 o foco central, o cerne do neutr\u00e3o evolutivo ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tantas quest\u00f5es, tantas teorias filos\u00f3ficas, tanta sabedoria popular, tantos ditos e frases, mas ser\u00e1 que realmente j\u00e1 aprendemos a lidar com a diferen\u00e7a, daqueles que s\u00e3o diferentes, daqueles\u00a0aos quais a sociedade, n\u00e3os as leis, imp\u00f5e um censura para que possam circular nos mesmos caminhos que os tantos outros? Na minha modesta e clara convic\u00e7\u00e3o, respondo com um voto negativo, N\u00c3O, n\u00e3o o comum dos mortais ainda n\u00e3o aprendeu a viver com gente da mesma esp\u00e9cie, a super-evoluida ra\u00e7a humana, continuamos a ser capazes das maiores atrocidades c\u00edvicas e sociais, e como se isso n\u00e3o bastasse faz\u00ea-mo-lo repetitivamente, hora ap\u00f3s hora, dia ap\u00f3s dia, ano ap\u00f3s ano, at\u00e9 que chega um dia em que algu\u00e9m farto de suportar o sofrimento infligido pela sociedade diz um:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;basta&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">o problema \u00e9 que muitas vezes estes &#8220;bastas&#8221; n\u00e3o s\u00e3o apenas e s\u00f3 palavras, passam a actos e ac\u00e7\u00f5es que poder\u00e3o ser irremedi\u00e1veis, mas claro s\u00e3o pessoas diferentes, quem \u00e9 que realmente se impor\u00e1, se um destes seres colocar uma corda ao pesco\u00e7o e decidir atirar-se da ponte com a outra ponta amarra ao poste de sustenta\u00e7\u00e3o da mesma, a imagem gr\u00e1fica \u00e9 extrema, mas \u00e9 a cruel realidade que muitos vivem e n\u00e3o falo em casos concretos, falo no encal\u00e7o dos notici\u00e1rios espalhados por esse mundo fora, mas volto a referir a quest\u00e3o, quem \u00e9 que realmente se importar\u00e1 ? Certamente nas primeiras vinte e quatro horas, ser\u00e3o dezenas ou centenas ou milhares os que fingir\u00e3o o pesaroso sofrimento que vivem as fam\u00edlias daqueles que decidem por termo \u00e0 sua pr\u00f3pria Vida, passado uma semana as pessoas rotulam o nome desse indiv\u00edduo num fant\u00e1stico livro a que podemos dar o nome &#8220;Livro dos esquecidos&#8221; e acabam por censurar um nome, um corpo, uma imagem, um odor, uma gargalhada ou uma ac\u00e7\u00e3o, mas por certo nunca esqueceram o peso que teve um certo hedonismo num determinado momento, em que para se sair bem perante aqueles que o rodeia, para a figura do status social, houve a necessidade de superiorizar perante aquele algu\u00e9m que nunca teve um nome, um rosto, um odor ou uma voz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado existem aqueles que nunca dizem &#8220;basta&#8221; e que atrozmente guardam em si pr\u00f3prios na sua rica colec\u00e7\u00e3o dezenas de milhares de frases de improp\u00e9rios ditos, falados ou escritos em determinadas situa\u00e7\u00f5es ou momentos, at\u00e9 podem esquecer por alguns anos que tudo aquilo passou, mas mais tarde ou mais cedo as conex\u00f5es neurol\u00f3gicas que ficaram interrompidas ser\u00e3o reactivadas e nesse dia, tudo ser\u00e1 t\u00e3o fresco quanto a tinta que o pincel esbate sobre uma parede cimentada apenas e s\u00f3 com a base do prim\u00e1rio, ser\u00e1 tal e qual como a pintura &#8220;piano&#8221; aplicada pela Rolls Royce nas suas viaturas, ser\u00e1 um espelho vivo, ser\u00e1 quase como viajar numa m\u00e1quina do tempo, mas numa s\u00f3 via. Mas quando este momento acontece apenas e s\u00f3 acontece uma de duas coisas, ou reside a petrifica\u00e7\u00e3o dos antigos tempos ou gerar\u00e1 uma revolta de impassividade contra aqueles que cometeram tais actos. Existiram e existem tantos grande pensadores que afirmam o simples culto do &#8220;<em>Carpe Diem&#8221;<\/em> mas sejamos realistas alguma vez ser\u00e1 poss\u00edvel aplicar tal incitamento ou ensinamento na Vida de algu\u00e9m nos dias de hoje, a Vida n\u00e3o \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o de todas as atitudes que praticaste no passado, \u00e9 apenas e s\u00f3 uma solu\u00e7\u00e3o aos impulsos neurol\u00f3gicos que det\u00e9ns naquele momento e tal assim o \u00e9 que para prov\u00e1-lo basta\u00a0encerrar os olhos e deixar os inconsciente impulsos neurosensoriais activarem por si s\u00f3 e quando os abrires horas mais tardes depois de dormir, ter\u00e1s vivido algo complemente irreal em termos f\u00edsicos; por outro lado a personalidade que detemos ser\u00e1 sempre uma constru\u00e7\u00e3o da realidade que nos rodeia em torno dos mais diversos momentos da Vida, caber\u00e1 ao indiv\u00edduo ser o seu pr\u00f3prio her\u00f3i da sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria e para o ser por vezes ter\u00e1 que derrotar aqueles que s\u00e3o os vil\u00f5es da sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Toda e qualquer esp\u00e9cie de actos criminosos contra o indiv\u00edduo seja em que altura for, \u00e9 humanamente reprov\u00e1vel, mas socialmente aceite por vezes, dependendo dos tipos e das situa\u00e7\u00f5es e das idades em que tal acontece, mas por vezes a v\u00edtima torna-se r\u00e9u, mas que raio estou para aqui eu a confundir, estarei assim t\u00e3o pr\u00f3ximo ou t\u00e3o longe da verdade, estarei mais perto do que aquilo que muitos julgam saber; por vezes e em muitos casos a instru\u00e7\u00e3o de processos ou acusa\u00e7\u00f5es a v\u00edtimas de viol\u00eancia \u00e9 mais frequente do que aquilo que se julga saber na opini\u00e3o p\u00fablica, mas ent\u00e3o n\u00e3o deverias ser estes os protegidos, em raz\u00f5es \u00e9ticas puras deveriam sim ser estes r\u00e9us sim os queixosos, mas quase sempre a entidade que decide faz sempre o ju\u00edzo em favor da v\u00edtima que outrora pela calado fora o agressor, e nas recorr\u00eancias do tr\u00e2nsitos em julgados desta vez o r\u00e9u v\u00ea a sua pena agravada por demonstrar &#8220;raiva&#8221; ou &#8220;frieza&#8221; ou qualquer outro sentimento ligado com estes, mas a quando das suas participa\u00e7\u00f5es outrora algu\u00e9m se esquecera de resolver estas queixas, e aqui j\u00e1 \u00e9 tarde para resolver estas quest\u00f5es ou dar alguma protec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os\u00a0<em>santos<\/em> momentos andamos a fazer coment\u00e1rios souber este ou sobre aquela coisa, pessoa ou objecto, e por vezes nem nos apercebemos do qu\u00e3o essa palavras indirectas t\u00eam peso e imp\u00f5e uma press\u00e3o social sobre os indiv\u00edduos por vezes apenas e s\u00f3 para ficarmos bem na fotografia, nas faculdades muitas vezes comentamos depreciativamente a maneira como uma determinado professor est\u00e1 a dar uma aula, mas por contra-posi\u00e7\u00e3o s\u00e3o raras as vezes que elogiamos essas pessoas por uma extraordin\u00e1ria classe que tenham dado, ai j\u00e1 justificamos com um &#8220;\u00e9 o seu dever&#8221;, e quem diz um docente diz um aluno ou uma outra qualquer pessoa, somos mais fortes a depreciar os fracassos do que a elogiar os sucessos, a justa contraposi\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de amizade, ali\u00e1s a ant\u00edtese comparando com a amizade, nesta sociedade de falsos amigos, nas vit\u00f3rias todos est\u00e3o l\u00e1 para comemorar, mas nas desgra\u00e7as s\u00e3o raros aqueles que ali est\u00e3o ao lado para ajudar, pois claro ajudar d\u00e1 trabalho e a sociedade hoje \u00e9 feita de pregui\u00e7a, desculpem-me se disse a verdade das maiorias.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Mas afinal n\u00e3o deverias ser todos indiferentes \u00e0s diferen\u00e7as, n\u00e3o \u00e9 nisto que a sociedade batalha dia ap\u00f3s dias, n\u00e3o \u00e9 nisto que se baseiam os princ\u00edpios da liberdade, da democracia, das bandeiras da escolha e da diferen\u00e7a, ou de um dia para o outro a velha m\u00e1xima &#8220;somos todos iguais mas todos diferentes&#8221; deixou de fazer sentido ?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falamos tanto que somos capazes de aceitar as diferen\u00e7as dos outros, tantos as f\u00edsicas, como as ps\u00edquicas como as escolhas que as pessoas fazem e a decis\u00f5es que tomam, mas depois tomamos a medida mais simples que \u00e9 a da criminaliza\u00e7\u00e3o, deverei eu relembrar que o aborto foi despenalizado em Portugal \u00e0 bem pouco tempo, deverei eu recordar que at\u00e9 \u00e0 bem pouco tempo aqueles cujo a orienta\u00e7\u00e3o sexual \u00e9 diferente da maioria n\u00e3o podiam a assinar um determinado tipo de contrato civil, cujo vulgarmente chamamos de Casamento, deverei eu recordar que a penaliza\u00e7\u00e3o do crime de &#8220;<em>bullying&#8221;<\/em> em Portugal n\u00e3o \u00e9 especificamente criminalizado, ou que na minha p\u00e1tria as pessoas em estado de doen\u00e7a terminal n\u00e3o possam ter a op\u00e7\u00e3o de morrer dignamente e medicamente assistida sem que quem ajude possa ser responsabilizado criminalmente na qualidade de homic\u00eddio qualificado ou negligente, ent\u00e3o fa\u00e7amos uma sumula r\u00e1pida, o aborto que \u00e9 algo que diz \u00e0 pr\u00f3pria mulher n\u00e3o podia ser realizado em territ\u00f3rio portugu\u00eas porque algu\u00e9m, legislador, entendia que todas as mulheres deveriam fazer a gesta\u00e7\u00e3o, mesmo por vezes sem terem condi\u00e7\u00f5es para dar um futuro vindouro a essa crian\u00e7as, resta dizer que foram centenas as mulheres que ao o fazerem ilegalmente deixaram de poder ser m\u00e3es; a homossexualidade outrora em tempos n\u00e3o muito distantes no Reino Unido chegou a ser penalizada com pena de pris\u00e3o, aqui apenas n\u00e3o era reconhecida, mas fa\u00e7o apenas e s\u00f3 uma quest\u00e3o, n\u00e3o dever\u00e3o as pessoas ter todas acesso \u00e0 felicidade da maneira que entenderem, n\u00e3o acredito que qualquer ser humano possa impedir por lei que outro seu par seja infeliz s\u00f3 porque \u00e9 diferente neste aspecto, todas as pessoas dever\u00e3o ser merecedoras da felicidade de igual maneira, apenas e s\u00f3 amando o pr\u00f3ximo; j\u00e1 no caso dos maus tratos continuados, n\u00e3o dever\u00edamos isto sim criminalizar e punir nos tempos certos os r\u00e9us desta pr\u00e1tica criminosa, o legislador n\u00e3o deveria estar mais preocupado com estas medidas doa que em criminalizar o aborto ou a prostitui\u00e7\u00e3o, fica a interroga\u00e7\u00e3o mais uma vez, e por fim porque raio \u00e9 que o Estado t\u00eam direito sobre a minha decis\u00e3o em querer viver ou morrer condignamente, n\u00e3o ser\u00e1 isto uma extrema hipocrisia quando o pr\u00f3prio minist\u00e9rio da sa\u00fade deixa morrer os seus cidad\u00e3os por falta de aplicabilidade de verbas neste sector.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realmente esta sociedade anda completamente virada do avesso, ter\u00e1 ela solu\u00e7\u00e3o \u00e0 vista?<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Deixo uma \u00faltima quest\u00e3o reflectiva no ar, valer\u00e1 a pena ser preconceituoso, valer\u00e1 a pena injuriar e tantas vezes dizer improp\u00e9rios contra algu\u00e9m por causa da sua apar\u00eancia, da sua personalidade, da sua ra\u00e7a, da sua cor, da sua orienta\u00e7\u00e3o ou de qualquer outra pura forma de estar na Vida ? Ser\u00e1 que queres ser um c\u00famplice de um assassinato ou de um suic\u00eddio que n\u00e3o passar\u00e1 de um homic\u00eddio qualificado sem respons\u00e1veis, por algu\u00e9m que decidiu desistir deste mundo ? Fica a quest\u00e3o para reflex\u00e3o !<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E uma vez que fal\u00e1mos hoje aqui do tema da viol\u00eancia, decidi deixar o video da \u00fanica campanha televisiva que existiu em Portugal sobre o\u00a0<em>&#8220;bullying<\/em>&#8221; at\u00e9 aos dias de hoje, patrocinada pelo Portal Igualdade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jv-2i6zO-BE\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 breve &#8230;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A Vida \u00e9 feita de julgamentos t\u00e1citos, mas quem somos n\u00f3s para julgar outro par igual a n\u00f3s pr\u00f3prios, seres humanos!&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">Fa\u00e7amos hoje a seguinte interroga\u00e7\u00e3o, de que maneira influenciam os nossos preceitos e conceitos o modo como viv\u00eancia-mos a experi\u00eancia com a sociedade que nos rodeia ? 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