{"id":87,"date":"2016-03-09T16:22:01","date_gmt":"2016-03-09T16:22:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.words.vasnfer.com\/?p=87"},"modified":"2016-05-27T17:30:02","modified_gmt":"2016-05-27T17:30:02","slug":"a-vida-atraves-de-uma-janela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.palavraporpalavras.com\/Blog\/2016\/03\/cenas-da-vida\/87\/a-vida-atraves-de-uma-janela\/","title":{"rendered":"A Vida atrav\u00e9s de uma janela &#8230;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Antes de arrancar com mais um texto, importa fazer aqui um par\u00eantesis e explic\u00e1-lo em duas breves notas. A primeira nota que devo fazer <!--more-->\u00e9 que este texto foi originalmente rascunhado e re-rascunhado e escrito ao longo destes dois meses nos mais diversos blocos de apontamentos que possuo, talvez o segredo de um bom texto esteja na inspira\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea influ\u00eancia pelas mem\u00f3rias de um passado recente bem ou mal vivido, fazendo isto j\u00e1 pend\u00eancia a um lado mais privado da Vida de cada um, daqueles que escrevem para o p\u00fablico inc\u00f3gnito ou que escrevem para eles pr\u00f3prios at\u00e9 mesmo s\u00f3 para os seus pares, mas bem isto j\u00e1 s\u00e3o outras discuss\u00f5es. Acredito e ajo em f\u00e9, que ainda existir\u00e3o por ai algures, um grupo talvez pequeno, talvez grande, de gentes que escrevam ainda a punho nos papiros, e que depois pratiquem todo um ritual que, por estas alturas j\u00e1 estar\u00e1 a entrar em vias de extin\u00e7\u00e3o, chamado de envelopar e enviar a um destinat\u00e1rio, mas claro para tal facto existir m\u00faltiplos factores a eles agregados, mas isto j\u00e1 s\u00e3o outras hist\u00f3rias talvez um dia desenvolva um texto com estes aspectos. A segunda nota que quero deixar, dentro deste tal par\u00eantesis \u00e9 que no passado dia um do m\u00eas que passou, este pequeno projecto de um Palavra por muitas Palavras, completou o seu primeiro ano de exist\u00eancia na globo-esfera virtual, ou melhor dizendo, nesta aldeia global, um termo inventado pelo canadiano <em>Marshall McLuhan,<\/em> e neste tempo que passou muitos foram as palavras, as letras, as ideias que quis fazer passar, mas acima de tudo, tudo o que aqui est\u00e1 escrito, \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o simples de muitos pensamentos complexos, e a chamada escrita sem filtros e a busca da cria\u00e7\u00e3o mais profunda da mente que, por vezes passa apenas naquela vez e j\u00e1 mais se conseguir\u00e1 tratar do que me passar\u00e1 pela mente naqueles momentos. A an\u00e1lise a estes texto, ser\u00e1 a tarefa mais complexa que alguma vez poder\u00e1 existir para um cr\u00edtico liter\u00e1rio, porque o desvendar de certas mat\u00e9rias aqui descritas s\u00f3 estar\u00e1 ao alcance daqueles que eu permiti que entrassem na minha esfera pessoal e no mais profundo dos meus conhecimentos que eu permiti que estes conhecessem, e este grupo restrito de pessoas \u00e9 composto, apenas e s\u00f3, por aqueles que n\u00e3o aparecem nas linhas da frente de batalha, mas sim no apoio das trincheiras, porque por detr\u00e1s de uma grande vit\u00f3ria em conseguir algo que seja estar\u00e1 sempre um conjunto pequeno de pessoas, que passaram connosco as mais diversas derrotas, at\u00e9 ao ponto em que alcan\u00e7amos aquela tal vit\u00f3ria que queremos tanto na Vida. Este projecto no ano que passou come\u00e7ou por ser um roteiro, para o livro que venho rascunhando de h\u00e1 uns tempos a esta parte, no entanto com o andar dos tempos deste projecto apercebi-me que, os textos mais lidos s\u00e3o aqueles que s\u00e3o escritos na sua ess\u00eancia mais pura, sem qualquer filtro aplicado para parecer bem \u00e0 sociedade. Em sinceridade tenho que admitir que, a mim, n\u00e3o me interessa e pouco me importa, se esta p\u00e1gina tem um \u00fanico seguidor ou milh\u00f5es deles, a mim importa-me que O(A) Leitor(a) retenha aquilo que est\u00e1 escrito, e que pense sobre as palavras aqui rascunhas. Nestes \u00faltimos quatrocentos dias, escrevi s\u00f3 aqui mais de noventa e seis mil caracteres o que se traduz numa quantidade total de mais de dezasseis mil palavras, foram quinze os textos publicados, mas fora\u00a0estes que se encontram ao julgamento p\u00fablico, para mim pr\u00f3prio\u00a0e para aqueles &#8220;<em>algu\u00e9ns<\/em>&#8221; que t\u00eam acesso ao outro estado da arte, foram bem mais de quinze, os textos produzidos, foram bem mais de quinze as mem\u00f3rias que quis que perdurassem no tempo, porque um dia o autor dos her\u00f3is deixar\u00e1 de existir, mas as mem\u00f3rias dos her\u00f3is e esses mesmos her\u00f3is perduraram no tempo e permitir\u00e3o que, l\u00e1 no futuro bem long\u00ednquo que a Vida reserva a cada um de n\u00f3s, sejam mais \u00e1vidas as mem\u00f3rias desses tempos bem vivido, tal como diria Tales de Mileto<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Quod pr\u00e6teriit, certum est, futurum vero obscurum&#8221;<sub> &#8220;O que passou \u00e9 certo, o que vai acontecer \u00e9 desconhecido&#8221; (Tradu\u00e7\u00e3o Livre)<\/sub><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">E agora sim vamos l\u00e1 ao mote deste texto &#8220;<em>A Vida atrav\u00e9s de uma janela &#8230;<\/em>&#8220;, o titulo para este artigo surgiu \u00e0 poucos dias enquanto descia as escadas da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, num passo acelerado para conseguir cumprir todos os compromissos que estavam estipulados na desorganizada agenda, mas foi dessas ideias que vim <em>matutando<\/em> e falando com os meus bot\u00f5es ao longo de todo um percurso de auto-estrada \u00e0s altas horas de uma destas madrugadas passadas. Por vezes o ru\u00eddo dos far\u00f3is do carro permite-nos voar em sonhos mais altos, mas sempre com os p\u00e9s bem assentes na terra e com uma aten\u00e7\u00e3o focada na regulamenta\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego autom\u00f3vel; Hoje em dia vivemos na correria do mundo, tudo nos passa com uma velocidade assombrosa, que muitas vezes acabamos muito bem por nem perceber como ter\u00e1 passado o tempo, como j\u00e1 se vai dizendo tudo isto s\u00e3o sinais dos tempos. Mas\u00a0o Tempo, esse mostra outros sinais de que vai passando, e nada melhor do que olhar para a sociedade de Hoje e ficarmos com algum medo daquilo que ser\u00e1 a sociedade do futuro. A crise, este tal monstro que nos rodeia \u00e0 perto, ou h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 econ\u00f3mica, \u00e9 tamb\u00e9m ela, a crise, um problema social, um problema de \u00e9tica, ou at\u00e9 mesmo um problema do\u00a0<i>eter<\/i>\u00a0em diferencia\u00e7\u00e3o ao\u00a0<em>Urano.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na verdadeira acep\u00e7\u00e3o do Hoje, em Portugal\u00a0vive-se num Limbo, aquilo que era noticia \u00e0 dez anos, \u00e9 novamente hoje uma realidade, e o que era \u00e0 vinte, entre idas e voltas, entre as luzes da ribalta das manchetes do jornais de maior circula\u00e7\u00e3o e os tempos de antena nas ondas hertzianas da r\u00e1dio e da televis\u00e3o, continuam rigorosamente a ser os mesmos; no entanto com o passar dos tempos a sociedade vai evoluindo e vai permitindo algo mais, essa mesma sociedade que aboliu e lutou contra\u00a0a censura, \u00e9 a tamb\u00e9m a primeira a silenciar quem pensa diferente e quem se matem r\u00edgido \u00e0 defesa dos seus valores; mas claro silenciar n\u00e3o \u00e9 a mesma coisa que censura, basta trocar a palavra e tudo est\u00e1 \u00e0s mil maravilhas. Mas enfim, \u00e9 a bela da Na\u00e7\u00e3o Portuguesa que temos, ai desculpem-me Na\u00e7\u00e3o \u00e9 termo proibido, dizem ser palavra do Estado Novo, \u00e9 o belo do &#8220;povo&#8221; que temos, aten\u00e7\u00e3o escrevi Povo, mas claro ressalve-se que j\u00e1 mais quero ofender algu\u00e9m, e desculpem-me tamb\u00e9m, mas a r\u00e9stia de paci\u00eancia que tenho para &#8220;florir&#8221; as verdades est\u00e1 reservada para prender a &#8220;mola&#8221; nos bancos da faculdade, pois dizem as m\u00e1s e as boas l\u00ednguas que d\u00e1 jeito, para passar \u00e0s cadeiras, uma vez que n\u00e3o tenho ascend\u00eancia ou qualquer nome que me salve a pele na escola das &#8220;pseudo&#8221; elites, bem o que vale \u00e9 que &#8220;A Luta Continua&#8221;, mas o artigo treze da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa \u00e9 para p\u00f4r \u00e0 margem se faz favor, que dizem n\u00e3o dar muito jeito nos dias de Hoje, a n\u00e3o ser para tapar as vistas ao c\u00e9lebre do Povo. Ora j\u00e1 que falado cite-se, para que n\u00e3o \u00e1vida d\u00favida persista, e j\u00e1 agora que <em>literem<\/em>\u00a0esta sociedade\u00a0<em>sem classes<\/em>:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;&#8230; <em><strong>Artigo 13\u00ba &#8211; Principio da Igualdade<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>1. Todos os cidad\u00e3os t\u00eam a mesma dignidade social e s\u00e3o iguais perante a lei.\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>2. Ningu\u00e9m pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em raz\u00e3o de ascend\u00eancia, sexo, ra\u00e7a, l\u00edngua, territ\u00f3rio de origem, religi\u00e3o, convic\u00e7\u00f5es pol\u00edticas ou ideol\u00f3gicas, instru\u00e7\u00e3o, situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, condi\u00e7\u00e3o social ou orienta\u00e7\u00e3o sexual.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8230;&#8221;<em><sub>Em Constitui\u00e7\u00e3o da\u00a0Rep\u00fablica\u00a0Portuguesa &#8211; 7\u00aa Revis\u00e3o Constitucional 2004<\/sub><\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caso para afirmar, <em>tanto diz e nada diz<\/em> , isto para n\u00e3o dizer que o texto constitucional t\u00eam estas quatro linhas, mas sua interpreta\u00e7\u00e3o pelo <em>Prof. J. J. Gomes Canotilho<\/em> e pelo <em>Prof. Vital Moreira<\/em>, ambos da escola de Coimbra, ocupa <strong>s\u00f3\u00a0<\/strong>catorze p\u00e1ginas, mas calma, porque a estas podemos acrescentar mais vinte e duas p\u00e1ginas de interpreta\u00e7\u00e3o por parte do\u00a0<em>Prof. Jorge Miranda<\/em> e do\u00a0<em>Prof. Rui Medeiros<\/em>, da escola de Lisboa, em sumula\u00a0<strong>s\u00e3o apenas e s\u00f3\u00a0<\/strong>trinta e seis p\u00e1ginas a justificar tal artigo, no fundo l\u00e1 bem no fundo para que serve tanta palavra e tanta tinta para ningu\u00e9m cumprir ? Eis a magna quest\u00e3o das coisas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas andando mais um pouco pelas quest\u00f5es que andam novamente pelas bocas do mundo e talvez a mais pol\u00e9mica de todas, d\u00e1-se pelo nome de\u00a0<strong>Eutan\u00e1sia<\/strong>, se cont\u00e1ssemos todos os caracteres que se escreveram e publicaram neste \u00faltimos meses, talvez tivesse-mos os suficientes para escrever novamente a\u00a0<em>Enciclop\u00e9dia da Dinastia<\/em>\u00a0<em>Ming<\/em>, um dos maiores livros do mundo. E com tanto\u00a0<em>alarido<\/em> em volta do tema, o cerne da quest\u00e3o acabou por se perder, nesta tem\u00e1tica a pergunta principal que salta imediatamente \u00e0 vista de todos \u00e9 &#8220;Serei eu [ou \u00c9s] a favor ou contra tal acto de\/ da Vida ?&#8221;, mas claro esta \u00e9 s\u00f3 a interroga\u00e7\u00e3o que abre o mote a uma pan\u00f3plia de organiza\u00e7\u00f5es e pessoas, umas a favor e outras contra a tem\u00e1tica, mas a complexidade do tema visa n\u00e3o s\u00f3 esta palavra principal, mas tamb\u00e9m toda uma sofistica\u00e7\u00e3o de termos, que a medicina moderna Hoje nos imp\u00f5e, n\u00e3o como forma de simplificar a percep\u00e7\u00e3o e a literacia, mas sim o inverso, tal iliteracia dos termos\u00a0<em>eugenia<\/em>, <em>distan\u00e1sia<\/em>, <em>ortotan\u00e1sia<\/em>, <em>mistan\u00e1sia; <\/em>em s\u00famula terminol\u00f3gica o melhor \u00e9 mesmo \u00e9 tirar um curso de medicina para perceber tudo isto. Quando se trata este assunto na \u00e1reas m\u00e9dicas soam logo os alarmes nas alas da \u00c9tica da medicina, o Juramento de Hip\u00f3crates, os valores da medicina devem prevalecer o valor da Vida, mas no meio de tanta complexidade \u00e9tica para deixar morrer algu\u00e9m que sofre, parece-me que a Bio-\u00e9tica da medicina n\u00e3o est\u00e1 contra a hipocrisia da especialidade, luxuosa, da medicina est\u00e9tica (ressalve-se a medicina reconstrutiva que salva Vidas), a mesma \u00c9tica que est\u00e1 contra &#8220;morrer com dignidade&#8221; e &#8220;sem sofrimento&#8221;, permite que haja altera\u00e7\u00f5es no corpo humano que sejam <em>quase <\/em>contra-natura. Parece-me que a caracteriza\u00e7\u00e3o \u00e9tica nesta \u00e1rea fica muita aqu\u00e9m de ter um fio ou um linha condutora. Ainda dentro desta tem\u00e1tica, e porque somos uma sociedade de ra\u00edzes cat\u00f3licas importar\u00e1 referir que este simples facto, torna-nos avessos \u00e0 morte. ao significado da morte, \u00e0 morte como liberta\u00e7\u00e3o de algo que nos prende e onde j\u00e1 nada de facto existe a n\u00e3o ser o atroz sofrimento, em tantos e muitos casos. O Estado j\u00e1 criou alguns instrumentos que podem servir de tiro de partida para algo mais, para que o Povo esse possa escolher, mas coloquem-se trav\u00f5es da forma como ouvir o Povo, ser\u00e1 feito um referendo ou um plebiscito ? Eis tal quest\u00e3o que dever\u00e1 ser deslindada antes da tomada de decis\u00e3o. Para que as pessoas, os cidad\u00e3os desta\u00a0<em>muy nobre na\u00e7\u00e3o<\/em> possam votar com clareza naquilo que querem fazer com a sua pr\u00f3pria Vida, dever-se-\u00e1 ver o Estado obrigado a prestar a literacia e a informa\u00e7\u00e3o adequada aos seus compatriotas, mas acima de tudo essa informa\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser veiculada com total isen\u00e7\u00e3o para com as partes pr\u00f3s e contras, agora fa\u00e7a-se nova quest\u00e3o ser\u00e3o as pessoas que comp\u00f5e as mais altas esferas do Estado, capazes de o fazer e por uma vez na Vida abstrairem-se\u00a0\u00a0de partidarismos em prol da unidade de um Povo ? Coloco nesta perguntas tantas reservas, que se algum dia tal existir, ent\u00e3o render-me-ei e afirmarei aos quatro ventos dos cardeais, que eu acredito na sociedade ideal, mas serei eu vivo quando tal acontecer ? E os meus netos ?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As nossas pr\u00f3prias janelas colhem tantos frutos quantas aquelas elas conseguirem processar, mas haver\u00e1 um dia, nesse dia em que, fecharemos as suas cortinas e nos questionamos &#8220;<em>ter\u00e1 valido a pena ?<\/em>&#8221; ai ser\u00e1 o momento de passar todos os frutos passados \u00e0queles que t\u00eam toda uma linha curvil\u00ednea e sinuosa para percorrer, pois com Tempo, esse velho amigo da perfei\u00e7\u00e3o, os cristais que comp\u00f5e a transpar\u00eancia dos vidros tendem a ficar cada vez mais ba\u00e7os, chama-se a tal facto envelhecer. O Homem j\u00e1 mais se poder\u00e1 negar a que um dia a sua m\u00e1quina parar\u00e1, n\u00e3o sabendo ele tal facto, do quando e do como e do onde, viver\u00e1 constantemente interrogado, pois a sua ess\u00eancia da natureza ser\u00e1 questionar-se e interrogar-se; muitos considerar\u00e3o a estratifica\u00e7\u00e3o como um sistema de justi\u00e7a ou de igualdade, mas em boa realidade, o instinto animalesco do Homem j\u00e1 mais se desvanecer\u00e1 e como tal, as ideias ut\u00f3picas aquando de loucuras poder\u00e3o ser aquelas que demorar\u00e3o mais anos a conseguir, mas um dia tal como as ma\u00e7\u00e3s no pomar, um dia desabotoar\u00e1 a flor e da\u00ed a fruta ganhar\u00e1 asas e voar\u00e1 desprendendo-se da seiva que a construiu.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Numa altura de tempos t\u00e3o fren\u00e9ticos, por vezes \u00e9 preciso for\u00e7ar a paragem e conseguir pensar naquilo e naqueles que realmente nos importam. N\u00e3o estar\u00e1 na hora de for\u00e7ares uma paragem ?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">Antes de arrancar com mais um texto, importa fazer aqui um par\u00eantesis e explic\u00e1-lo em duas breves notas. 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